Chico Daltro

Foto de Francisco Tarquinio Daltro
Chico Daltro
Francisco Tarquinio Daltro (nome civil)
10 eleições entre 1986 e 2022 · último partido PV
66 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Chico Daltro (Francisco Tarquinio Daltro) disputou 10 eleições entre 1986 e 2022, para deputado federal, deputado estadual e vice-governador. Ele foi eleito 4 vezes: vice-governador em 2010; deputado estadual em 2002, 1998 e 1994. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por MT: 49.949 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por MT, declarou R$ 818 mil em receitas: R$ 800 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 18 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 500 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 800 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 193 mil), militância e mobilização de rua (R$ 160 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 150 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 171 mil em 2018 e R$ 1,4 milhão em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

3.342 votos em 2022 · 10 eleições

A votação de Francisco Tarquinio Daltro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. FederalGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 818 mil em receitas · R$ 800 mil em gastos

Chico Daltro declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Mato Grosso em 2006, 2014 e 2022, e deputado estadual por Mato Grosso em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 818 mil em receitas: R$ 800 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 18 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 500 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 800 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 193 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 160 mil). Em 2018, R$ 171 mil em gastos; em 2014, 43% dos R$ 1,4 milhão em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua.

Receitas em 2022R$ 818 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 800 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 171 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42006, 2014, 2018 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado federal, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 818 mil
8 doadores pessoas físicas
FEFC 98% · pessoas 2% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 800 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 193 mil24,1%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 160 mil20,0%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 150 mil18,7%
  • Locação de imóveisR$ 52 mil6,5%
  • Outras 12 categoriasR$ 246 mil30,7%
2018Deputado estadual, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 171 mil
8 doadores pessoas físicas
partido 59% · pessoas 22% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 171 mil
tudo pago (100%)
  • Transporte ou deslocamentoR$ 34 mil19,7%
  • Materiais impressosR$ 27 mil15,7%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 26 mil15,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 20 mil11,9%
  • Outras 9 categoriasR$ 64 mil37,6%
2014Deputado federal, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,4 milhão
78 doadores pessoas físicas
pessoas 34% · empresas 39% · próprios 27%
Gasto contratado
R$ 1,4 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 591 mil43,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 135 mil9,9%
  • Materiais impressosR$ 123 mil9,0%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 98 mil7,2%
  • Outras 18 categoriasinclui R$ 12 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 422 mil30,8%
Ver a campanha anterior
2006Deputado federal, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 993 mil
97 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 23% · empresas 68% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 993 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 299 mil30,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 200 mil20,1%
  • Materiais impressosR$ 102 mil10,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 57 mil5,8%
  • Outras 12 categoriasR$ 335 mil33,8%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

10 candidaturas · eleito em 1998, 2002 e 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892