Prof Lima

Foto de José Lima dos Santos Filho
Prof Lima
José Lima dos Santos Filho (nome civil)
4 eleições entre 2002 e 2018 · último partido PPL
59 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Superior

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Prof Lima (José Lima dos Santos Filho) disputou 4 eleições entre 2002 e 2018, para deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: deputado estadual em 2006 e 2002. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por MA: 27.124 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por MA, declarou R$ 10 mil em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 5 mil), transporte ou deslocamento (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 128 mil.

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Evolução da votação nas eleições

4.506 votos em 2018 · 4 eleições

A votação de José Lima dos Santos Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 10 mil em receitas · R$ 10 mil em gastos

Prof Lima declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Maranhão em 2006, e deputado federal por Maranhão em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 10 mil em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 5 mil) e transporte ou deslocamento (R$ 3 mil). Em 2006, R$ 128 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 10 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 10 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2006R$ 128 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, MaranhãoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 10 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil50,0%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 3 mil32,0%
  • Materiais impressosR$ 2 mil17,9%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 140,1%
2006Deputado estadual, MaranhãoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 128 mil
24 doadores pessoas físicas
pessoas 90% · empresas 8% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 128 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 12 mil9,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 7 mil5,7%
  • Bens permanentesR$ 5 mil3,8%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil2,1%
  • Outras 4 categoriasR$ 101 mil79,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2002 e 2006

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892