- Materiais impressosR$ 62 mil23,1%
- ComíciosR$ 47 mil17,3%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 41 mil15,1%
- Criação e inclusão de páginas na internetR$ 40 mil14,8%
- Outras 7 categoriasR$ 80 mil29,5%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Mercial Arruda (Mercial Lima de Arruda) disputou 8 eleições entre 1994 e 2020, para prefeito, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 6 vezes: prefeito de Grajaú em 2020, 2016, 2008 e 2004; deputado estadual em 1998 e 1994. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Grajaú/MA: 20.352 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Grajaú/MA, declarou R$ 273 mil em receitas: R$ 75 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 168 mil de doações privadas (39 doadores) e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 269 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 62 mil), comícios (R$ 47 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 41 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 174 mil em 2016 e R$ 2 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Mercial Lima de Arruda em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Mercial Arruda declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Grajaú (MA) em 2008, 2016 e 2020, e deputado federal por Maranhão em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 273 mil em receitas: R$ 75 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 168 mil de doações privadas (39 doadores) e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 269 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 62 mil) e comícios (R$ 47 mil). Em 2016, R$ 174 mil em gastos contratados; em 2014, 100% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.