Camilo Figueiredo

Foto de Camilo de Lellis Carneiro Figueiredo
Camilo Figueiredo
Camilo de Lellis Carneiro Figueiredo (nome civil)
8 eleições entre 1994 e 2022 · último partido PODE
56 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Empresário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Camilo Figueiredo (Camilo de Lellis Carneiro Figueiredo) disputou 8 eleições entre 1994 e 2022, para deputado federal, vice-prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 6 vezes: vice-prefeito de Codó em 2020; deputado estadual em 2010, 2006, 2002, 1998 e 1994. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por MA: 37.488 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por MA, declarou R$ 1,2 milhão em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 400 mil), militância e mobilização de rua (R$ 368 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 247 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 156 mil em 2014 e R$ 409 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

7.641 votos em 2022 · 8 eleições

A votação de Camilo de Lellis Carneiro Figueiredo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 1,2 milhão em receitas · R$ 1,2 milhão em gastos

Camilo Figueiredo declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Maranhão em 2006, 2010 e 2014, e deputado federal por Maranhão em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 1,2 milhão em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 400 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 368 mil). Em 2014, R$ 156 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 409 mil em gastos contratados.

Receitas em 2022R$ 1,2 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 1,2 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 156 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado federal, MaranhãoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,2 milhão
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 1,2 milhão
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 400 mil33,3%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 368 mil30,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 247 mil20,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 80 mil6,7%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 73 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 106 mil8,8%
2014Deputado estadual, MaranhãoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 156 mil
9 doadores pessoas físicas
pessoas 30% · empresas 22% · próprios 48%
Gasto contratado
R$ 156 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 38 mil24,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 34 mil21,5%
  • Materiais impressosR$ 30 mil19,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 25 mil15,8%
  • Outras 7 categoriasR$ 30 mil19,4%
2010Deputado estadual, MaranhãoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 409 mil
30 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 27% · empresas 29% · próprios 43%
Gasto contratado
R$ 409 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 69 mil16,8%
  • Materiais impressosR$ 62 mil15,1%
  • Publicidade por carros de somR$ 42 mil10,3%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 40 mil9,8%
  • Outras 2 categoriasR$ 197 mil48,0%
Ver a campanha anterior
2006Deputado estadual, MaranhãoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 196 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 1% · empresas 14% · próprios 85%
Gasto contratado
R$ 196 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 60 mil30,8%
  • Publicidade por carros de somR$ 54 mil27,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 41 mil20,9%
  • Serviços de terceirosR$ 10 mil5,1%
  • Outras 3 categoriasR$ 31 mil15,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2006, 2010 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892