Antonio Bacelar

Foto de Antonio Carlos Bacelar Nunes
Antonio Bacelar
Antonio Carlos Bacelar Nunes (nome civil)
5 eleições entre 1994 e 2010 · último partido PV
59 anos em 2010 · Masculino · Superior completo
Deputado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Antonio Bacelar (Antonio Carlos Bacelar Nunes) disputou 5 eleições entre 1994 e 2010, para deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2006, 1998 e 1994. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por MA: 42.430 votos. Na campanha de 2010 para deputado federal por MA, declarou R$ 372 mil em receitas: R$ 641 de outras campanhas, R$ 102 mil de doações privadas (16 doadores) e R$ 270 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 372 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 106 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 58 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 45 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 97 mil.

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Evolução da votação nas eleições

42.430 votos em 2010 · 5 eleições

A votação de Antonio Carlos Bacelar Nunes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 372 mil em receitas · R$ 372 mil em gastos contratados

Antonio Bacelar declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Maranhão em 2006, e deputado federal por Maranhão em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 372 mil em receitas: R$ 641 de outras campanhas, R$ 102 mil de doações privadas (16 doadores) e R$ 270 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 372 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 106 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 58 mil). Em 2006, R$ 97 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 372 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 372 milcontratados
Gastos em 2006R$ 97 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2010Deputado federal, MaranhãoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 372 mil
16 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 27% · próprios 72%
Gasto contratado
R$ 372 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 106 mil28,6%
  • Materiais impressosR$ 58 mil15,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 45 mil12,1%
  • Serviços de terceirosR$ 31 mil8,3%
  • Outras 5 categoriasR$ 132 mil35,5%
2006Deputado estadual, MaranhãoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 97 mil
doações de pessoas
pessoas 2% · próprios 98%
Gasto contratado
R$ 97 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 37 mil38,2%
  • Publicidade por carros de somR$ 30 mil31,3%
  • Materiais impressosR$ 21 mil21,3%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil5,2%
  • Outras 2 categoriasR$ 4 mil4,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 1994, 1998 e 2006

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892