Santino

Foto de Santino Alves de Moura
Santino
Santino Alves de Moura (nome civil)
8 eleições entre 2000 e 2020 · último partido PROS
70 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Vereador

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Santino (Santino Alves de Moura) disputou 8 eleições entre 2000 e 2020, para vereador, vice-prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Minaçu em 2016, 2012 e 2000. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por GO: 6.314 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Minaçu/GO, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 874 do Fundo Partidário, R$ 4 mil de outras campanhas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 3 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2012 (100% com publicidade por materiais impressos) e R$ 9 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

588 votos em 2016 (eleito) · 8 eleições

A votação de Santino Alves de Moura em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 9 mil em receitas · R$ 9 mil em gastos contratados

Santino declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Goiás em 2006, e vereador em Minaçu (GO) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 874 do Fundo Partidário, R$ 4 mil de outras campanhas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 3 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil). Em 2012, 100% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2006, 60% dos R$ 9 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Gastos em 2016R$ 9 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2012, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Minaçu (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Vereador, Minaçu (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 10% · partido e outras campanhas 49% · próprios 41%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 3 mil33,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil25,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil24,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 8009,0%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 400 lançados como "diversas a especificar"R$ 6747,6%
2012Vereador, Minaçu (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
sem doações de pessoas
empresas 100%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil100,0%
Ver a campanha anterior
2006Deputado estadual, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 5 mil60,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil30,9%
  • Materiais de expedienteR$ 5716,6%
  • Encargos sociaisR$ 1952,3%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2000, 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892