Chico Balla

Foto de Francisco Domingues de Faria
Chico Balla
Francisco Domingues de Faria (nome civil)
6 eleições entre 2002 e 2022 · último partido PSDB
62 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Empresário
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Chico Balla (Francisco Domingues de Faria) disputou 6 eleições entre 2002 e 2022, para deputado estadual, prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Itumbiara em 2012; vice-prefeito de Itumbiara em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Itumbiara/GO: 32.374 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por GO, declarou R$ 224 mil em receitas: R$ 58 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 103 mil de doações privadas e R$ 63 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 221 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 55 mil), criação e inclusão de páginas na internet (R$ 50 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 35 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1,5 milhão.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

2.007 votos em 2022 · 6 eleições

A votação de Francisco Domingues de Faria em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 224 mil em receitas · R$ 221 mil em gastos

Chico Balla declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Itumbiara (GO) em 2012, e deputado estadual por Goiás em 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 224 mil em receitas: R$ 58 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 103 mil de doações privadas e R$ 63 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 221 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 55 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 50 mil). Em 2012, R$ 1,5 milhão em gastos contratados.

Receitas em 2022R$ 224 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 221 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 1,5 milhãocontratados, campanha encerrada
Campanhas32012, 2018 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado estadual, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 224 mil
doações de pessoas
FEFC 26% · pessoas 46% · próprios 28%
Gasto contratado
R$ 221 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 55 mil24,9%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 50 mil22,6%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 35 mil15,6%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 22 mil10,1%
  • Outras 8 categoriasR$ 59 mil26,7%
2018Deputado estadual, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 200
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2012Prefeito, Itumbiara (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,9 milhão
630 doadores pessoas físicas
pessoas 39% · empresas 15% · próprios 46%
Gasto contratado
R$ 1,5 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 428 mil28,6%
  • Materiais impressosR$ 427 mil28,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 193 mil12,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 126 mil8,4%
  • Outras 11 categoriasR$ 320 mil21,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2004, 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892