Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Gérson Fallacci (Gérson Sant Ana) disputou 12 eleições entre 1996 e 2024, para vereador, deputado estadual, prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Anápolis em 2004. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por GO: 6.617 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Anápolis/GO, declarou R$ 6 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil), serviços advocatícios (R$ 2 mil) e serviços contábeis (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 6 mil em 2020 (41% com militância e mobilização de rua) e R$ 4 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
498 votos em 2024 · 12 eleições
A votação de Gérson Sant Ana em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 6 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos
Gérson Fallacci declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: deputado estadual por Goiás em 2006 e 2014, vereador em Anápolis (GO) em 2008, 2016, 2020 e 2024, deputado federal por Goiás em 2010, e prefeito em Anápolis (GO) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 6 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e serviços advocatícios (R$ 2 mil). Em 2020, 41% dos R$ 6 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2016, R$ 4 mil em gastos contratados.
Receitas em 2024R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 6 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 6 milcampanha encerrada; tudo pago
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 9506,3%
Serviços de terceirosR$ 9006,0%
Outras 4 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil11,6%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2004ELEITO · MÉDIA1.637LAnápolis, Goiás · 39 anos · Superior completo · Comerciante · PSB · nº 40789 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Estadual · 2002SUPLENTE2.650GGO · 37 anos · Superior completo · Empresario · PSD · nº 41123 · ver resultado completo
Coligação: PSC / PHS / PSD
Vereador · 2000SUPLENTE943LAnápolis, Goiás · 35 anos · Superior completo · Proprietário de Estabelecimento Comercial · PSD · nº 41641 · ver resultado completo
Vereador · 1996SUPLENTE600LAnápolis, Goiás · 31 anos · Superior incompleto · PSD · nº 41641 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.