Professor Bianor

Foto de Bianor Ferreira de Lima
Professor Bianor
Bianor Ferreira de Lima (nome civil)
5 eleições entre 2000 e 2010 · último partido PSC
74 anos em 2010 · Masculino · Superior completo
Advogado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Professor Bianor (Bianor Ferreira de Lima) disputou 5 eleições entre 2000 e 2010, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por GO: 3.516 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por GO, declarou R$ 447 mil em receitas: R$ 98 mil de doações privadas (41 doadores) e R$ 349 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 447 mil, principalmente com pessoal (R$ 128 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 116 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 54 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 89 mil.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

2.608 votos em 2010 · 5 eleições

A votação de Bianor Ferreira de Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 447 mil em receitas · R$ 447 mil em gastos contratados

Professor Bianor declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Goiás em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 447 mil em receitas: R$ 98 mil de doações privadas (41 doadores) e R$ 349 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 447 mil, principalmente com pessoal (R$ 128 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 116 mil). Em 2006, R$ 89 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 447 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 447 milcontratados
Gastos em 2006R$ 89 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2010Deputado estadual, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 447 mil
41 doadores pessoas físicas
pessoas 22% · próprios 78%
Gasto contratado
R$ 447 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 128 mil28,7%
  • Materiais impressosR$ 116 mil25,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 54 mil12,0%
  • Despesas postaisR$ 19 mil4,3%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 5 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 131 mil29,2%
2006Deputado estadual, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 89 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 89 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 22 mil24,4%
  • Materiais impressosR$ 20 mil22,5%
  • Serviços de terceirosR$ 19 mil21,2%
  • Despesas postaisR$ 9 mil9,6%
  • Outras 9 categoriasR$ 20 mil22,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892