- Materiais impressosR$ 54 mil24,8%
- Serviços de terceirosR$ 40 mil18,5%
- Publicidade por carros de somR$ 30 mil13,9%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 26 mil11,9%
- Outras 7 categoriasR$ 67 mil30,9%
Segundo o Radar do Voto, Nédio Leite (PSDB) ficou como suplente de deputado estadual por Goiás em 2026, com 8.333 votos, pelo resultado oficial do TSE. Nédio Leite (Nédio Leite de Assunção) disputou 7 eleições entre 1998 e 2026, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2014, 2002 e 1998. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por GO: 29.900 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por GO, declarou R$ 211 mil em receitas: R$ 81 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 130 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 216 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 54 mil), serviços de terceiros (R$ 40 mil) e publicidade por carros de som (R$ 30 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 677 mil em 2018 (41% com pessoal) e R$ 1 milhão em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Nedio Leite de Assunção em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Nédio Leite declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeito em Jaraguá (GO) em 2008, e deputado estadual por Goiás em 2010, 2014, 2018 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 211 mil em receitas: R$ 81 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 130 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 216 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 54 mil) e serviços de terceiros (R$ 40 mil); R$ 157 mil já foram pagos. Em 2018, 41% dos R$ 677 mil em gastos foram com pessoal; em 2014, 49% dos R$ 1 milhão em gastos contratados foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.