8 eleições entre 1998 e 2016 · último partido PSDB
67 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Prefeito
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Jardel Sebba disputou 8 eleições entre 1998 e 2016, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: prefeito de Catalão em 2012; deputado estadual em 2010, 2006, 2002 e 1998. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por GO: 34.906 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Catalão/GO, declarou R$ 964 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Partidário, R$ 264 mil de doações privadas (39 doadores) e R$ 650 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 964 mil, principalmente com pessoal (R$ 196 mil), publicidade por adesivos (R$ 192 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 109 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 448 mil em 2012 e R$ 903 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
14.631 votos em 2016 · 8 eleições
A votação de Jardel Sebba em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 964 mil em receitas · R$ 964 mil em gastos contratados
Jardel Sebba declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Goiás em 2006 e 2010, e prefeito em Catalão (GO) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 964 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Partidário, R$ 264 mil de doações privadas (39 doadores) e R$ 650 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 964 mil, principalmente com pessoal (R$ 196 mil) e publicidade por adesivos (R$ 192 mil). Em 2012, R$ 448 mil em gastos contratados; em 2010, 44% dos R$ 903 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Receitas em 2016R$ 964 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 964 milcontratados
Gastos em 2012R$ 448 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 17% · pessoas 13% · empresas 34% · próprios 36%
Gasto contratado
R$ 274 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 54 mil19,7%
Materiais impressosR$ 50 mil18,4%
Combustíveis e lubrificantesR$ 34 mil12,3%
Publicidade por carros de somR$ 32 mil11,6%
Outras 18 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 104 mil38,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2002ELEITO23.711GGO · 53 anos · Superior completo · Medico · PSDB · nº 45222 · ver resultado completo
Coligação: PPB / PFL / PSDB
Deputado Estadual · 1998ELEITO15.349GGO · 49 anos · Superior completo · Médico · PL · nº 22200 · ver resultado completo
Coligação: PL / PRP / PSB / PT do B
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.