Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Honor Cruvinel (Honor Cruvinel de Oliveira) disputou 6 eleições entre 1994 e 2010, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2006, 2002 e 1998; vereador de Goiânia em 1996. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por GO: 34.682 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por GO, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 139 mil de outras campanhas, R$ 77 mil de doações privadas (7 doadores), R$ 213 mil de empresas e R$ 654 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com pessoal (R$ 489 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 140 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 139 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 379 mil.
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Evolução da votação nas eleições
23.063 votos em 2010 · 6 eleições
A votação de Honor Cruvinel de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2010: R$ 1,1 milhão em receitas · R$ 1,1 milhão em gastos contratados
Honor Cruvinel declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Goiás em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 139 mil de outras campanhas, R$ 77 mil de doações privadas (7 doadores), R$ 213 mil de empresas e R$ 654 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com pessoal (R$ 489 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 140 mil). Em 2006, R$ 379 mil em gastos contratados.
Receitas em 2010R$ 1,1 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 1,1 milhãocontratados
Gastos em 2006R$ 379 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 27% · pessoas 6% · empresas 47% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 379 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Combustíveis e lubrificantesR$ 109 mil28,8%
Materiais impressosR$ 100 mil26,4%
Locação/cessão de bens móveisR$ 33 mil8,8%
PessoalR$ 24 mil6,3%
Outras 15 categoriasinclui R$ 29 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 112 mil29,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2002ELEITO34.682GGO · 56 anos · Superior completo · Medico · PSDB · nº 45678 · ver resultado completo
Coligação: PPB / PFL / PSDB
Deputado Estadual · 1998ELEITO14.816GGO · 52 anos · Superior completo · Médico · PSDB · nº 45151 · ver resultado completo
Coligação: PFL / PPB / PSDB / PSDC / PTB
Vereador · 1996ELEITO5.851LGoiânia, Goiás · 50 anos · Superior completo · Medico · PSDB · nº 45678 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1994SUPLENTE6.687GGO · 48 anos · Superior completo · Medico · PSDB · nº 45151 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.