- PessoalR$ 180 mil57,1%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 35 mil11,1%
- Publicidade por carros de somR$ 33 mil10,4%
- Cessão ou locação de veículosR$ 25 mil7,9%
- Outras 7 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 43 mil13,5%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Francisco Gedda (Francisco Antônio de Carvalho Gedda) disputou 3 eleições entre 2002 e 2014, para deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 2010. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por GO: 14.730 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por GO, declarou R$ 315 mil em receitas: R$ 15 mil de outras campanhas, R$ 110 mil de doações privadas (17 doadores), R$ 40 mil de empresas e R$ 150 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 315 mil, principalmente com pessoal (R$ 180 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 35 mil) e publicidade por carros de som (R$ 33 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 657 mil, 50% com pessoal.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Francisco Antonio de Carvalho Gedda em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Francisco Gedda declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Goiás em 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 315 mil em receitas: R$ 15 mil de outras campanhas, R$ 110 mil de doações privadas (17 doadores), R$ 40 mil de empresas e R$ 150 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 315 mil, principalmente com pessoal (R$ 180 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 35 mil). Em 2010, 50% dos R$ 657 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.