- Militância e mobilização de ruaR$ 125 mil55,4%
- Publicidade por adesivosR$ 26 mil11,7%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 15 mil6,7%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 13 mil6,0%
- Outras 12 categoriasR$ 46 mil20,3%

Segundo o Radar do Voto, Daniel Messac (MOBILIZA) ficou como suplente de deputado estadual por Goiás em 2026, com 15.699 votos, pelo resultado oficial do TSE. Daniel Messac (Daniel Messac de Morais) disputou 8 eleições entre 1996 e 2026, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2010 e 2002; vereador de Goiânia em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por GO: 27.142 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por GO, declarou R$ 292 mil em receitas: R$ 194 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 98 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 225 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 125 mil), publicidade por adesivos (R$ 26 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 15 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 50 mil em 2018 (50% com publicidade por materiais impressos) e R$ 983 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Daniel Messac de Morais em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Daniel Messac declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Goiás em 2006, 2010, 2014, 2018 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 292 mil em receitas: R$ 194 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 98 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 225 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 125 mil) e publicidade por adesivos (R$ 26 mil); R$ 215 mil já foram pagos. Em 2018, 50% dos R$ 50 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2014, 54% dos R$ 983 mil em gastos contratados foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.