Tchequinho

Foto de Edwal Freitas Portilho
Tchequinho
Edwal Freitas Portilho (nome civil)
2 eleições entre 2002 e 2018 · último partido MDB
51 anos em 2018 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Tchequinho (Edwal Freitas Portilho) disputou 2 eleições entre 2002 e 2018, para deputado federal e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por GO: 10.623 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por GO, declarou R$ 796 mil em receitas: R$ 75 mil de outras campanhas, R$ 437 mil de doações privadas (54 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 283 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 370 mil), serviços de terceiros (R$ 147 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 65 mil).

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Evolução da votação nas eleições

10.623 votos em 2018 · 2 eleições

A votação de Edwal Freitas Portilho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 796 mil em receitas · R$ 1 milhão em gastos contratados

Tchequinho declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Goiás em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 796 mil em receitas: R$ 75 mil de outras campanhas, R$ 437 mil de doações privadas (54 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 283 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 370 mil) e serviços de terceiros (R$ 147 mil).

Receitas em 2018R$ 796 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 1 milhãocontratados
Campanhas12018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 796 mil
54 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
partido e outras campanhas 9% · pessoas 55% · próprios 36%
Gasto contratado
R$ 1 milhão
pago: R$ 811 mil (79%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 370 mil36,0%
  • Serviços de terceirosR$ 147 mil14,3%
  • Materiais impressosR$ 65 mil6,3%
  • PessoalR$ 50 mil4,8%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 319 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 179 doados a outros candidatos e partidosR$ 397 mil38,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892