- Militância e mobilização de ruaR$ 283 mil51,1%
- Materiais impressosR$ 180 mil32,4%
- Pré-instalação física de comitê de campanhaR$ 36 mil6,5%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 15 mil2,7%
- Outras 6 categoriasR$ 40 mil7,3%
Segundo o Radar do Voto, Bia de Lima (PT) foi eleita deputada estadual por Goiás em 2026, com 42.980 votos, pelo resultado oficial do TSE. Bia de Lima (Maria Euzébia de Lima) disputou 8 eleições entre 1996 e 2026, para deputada estadual, prefeita, vice-prefeita e vereadora. Ela foi eleita 4 vezes: deputada estadual em 2026 e 2022; vereadora de Jataí em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2026, para deputada estadual por GO: 42.980 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, indicou R$ 11,4 milhões em 207 emendas estaduais aos orçamentos de 2024 a 2025, para 121 municípios; 91% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputada estadual por GO, declarou R$ 830 mil em receitas: R$ 651 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 139 mil de outras campanhas e R$ 41 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 554 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 283 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 180 mil) e pré-instalação física de comitê de campanha (R$ 36 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 260 mil em 2022 e R$ 264 mil em 2010.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Maria Euzebia de Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Bia de Lima declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeita em Jataí (GO) em 2008, e deputada estadual por Goiás em 2010, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 830 mil em receitas: R$ 651 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 139 mil de outras campanhas e R$ 41 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 554 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 283 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 180 mil); R$ 257 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 260 mil em gastos; em 2010, R$ 264 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, Bia de Lima indicou R$ 11,4 milhões em 207 emendas estaduais aos orçamentos de 2024 a 2025 (legislatura 2023 a 2026), para 121 municípios. Até a coleta na fonte, 91% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu foi Gab. Secretário de Estado da Educação (74%). As cidades que mais receberam foram Goiânia, Jataí e Aparecida de Goiânia.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2025 | R$ 1 milhão | R$ 250 mil | 24% | 17 | 14 |
| 2024 | R$ 10,4 milhões | R$ 10,1 milhões | 98% | 190 | 114 |
| Total | R$ 11,4 milhões | R$ 10,4 milhões | 91% | 207 | 121 |
Órgãos que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Governo de Goias — Portal da Transparencia / SIOFI (Emendas Parlamentares Impositivas), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo de Goiás e a Assembleia Legislativa do Estado de Goiás. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo de Goiás e a Assembleia Legislativa do Estado de Goiás. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.