Geovani Silva

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Geovani Silva
5 eleições entre 2002 e 2020 · último partido PP
56 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Administrador

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Geovani Silva disputou 5 eleições entre 2002 e 2020, para vereador, vice-prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 2002. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por ES: 19.572 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Vila Velha/ES, declarou R$ 49 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 31 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 612 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 37 mil, principalmente com pessoal (R$ 23 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 6 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 4 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 22 mil em 2010 e R$ 10 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

651 votos em 2020 · 5 eleições

A votação de Geovani Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitoVereadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 49 mil em receitas · R$ 37 mil em gastos

Geovani Silva declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Espírito Santo em 2006 e 2010, e vereador em Vila Velha (ES) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 49 mil em receitas: R$ 15 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 31 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 612 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 37 mil, principalmente com pessoal (R$ 23 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 6 mil). Em 2010, R$ 22 mil em gastos contratados; em 2006, 78% dos R$ 10 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 49 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 37 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2010R$ 22 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2010 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Vila Velha (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 49 mil
8 doadores pessoas físicas
FEFC 31% · partido e outras campanhas 4% · pessoas 63% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 37 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 23 mil62,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 6 mil16,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil11,0%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil5,4%
  • Outras 3 categoriasR$ 2 mil4,9%
2010Deputado estadual, Espírito SantoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 22 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 20% · empresas 45% · próprios 32%
Gasto contratado
R$ 22 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 7 mil31,3%
  • PessoalR$ 4 mil15,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil6,1%
  • AlimentaçãoR$ 7053,2%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 10 mil43,5%
2006Deputado estadual, Espírito SantoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 11 mil
doações de pessoas
pessoas 39% · próprios 61%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 8 mil77,9%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil14,3%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 5004,8%
  • Publicidade por carros de somR$ 3203,1%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2002

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892