54 anos em 2018 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Délio Parrini Iglésias disputou 8 eleições entre 1994 e 2018, para deputado federal, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 2002. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por ES: 13.876 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por ES, declarou R$ 33 mil em receitas: R$ 26 mil do Fundo Partidário e R$ 7 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 26 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 16 mil) e serviços de terceiros (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 92 mil em 2014 (73% com publicidade por materiais impressos) e R$ 7 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
2.001 votos em 2018 · 8 eleições
A votação de Délio Parrini Iglesias em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 33 mil em receitas · R$ 26 mil em gastos
Délio Parrini Iglésias declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Espírito Santo em 2006 e 2014, vereador em Vila Velha (ES) em 2008, e deputado federal por Espírito Santo em 2010 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 33 mil em receitas: R$ 26 mil do Fundo Partidário e R$ 7 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 26 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 16 mil) e serviços de terceiros (R$ 10 mil). Em 2014, 73% dos R$ 92 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2010, R$ 7 mil em gastos contratados.
Receitas em 2018R$ 33 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 26 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 92 milcontratados, campanha encerrada
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 11 mil7,6%
Outras 11 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 58 mil38,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2002ELEITO7.358GES · 38 anos · Ensino médio completo · Tecnico Contabilidade, Estatistica, Economia Domestica e Administracao · PSC · nº 20000 · ver resultado completo
Coligação: PSL / PSC / PAN / PHS / PRONA
Vereador · 2000SUPLENTE1.163LVila Velha, Espírito Santo · 36 anos · Ensino médio completo · Proprietário de Estabelecimento Comercial · PSC · nº 20607 · ver resultado completo
Coligação: PSC / PV
Deputado Estadual · 1994SUPLENTE2.462GES · 30 anos · Ensino médio completo · PT · nº 13101 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.