9 eleições entre 1994 e 2018 · último partido PC do B
79 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Deputado
redes informadas ao TSE
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Chico Lopes (Francisco Lopes da Silva) disputou 9 eleições entre 1994 e 2018, para deputado federal, vice-prefeito, deputado estadual, vereador e 1º suplente senador. Ele foi eleito 6 vezes: deputado federal em 2014, 2010 e 2006; deputado estadual em 2002 e 1998; vereador de Fortaleza em 1996. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por CE: 162.282 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 52,7 milhões empenhados em 59 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 70 municípios; 91% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2018 para deputado federal por CE, declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 102 mil do Fundo Partidário, R$ 4 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 38 mil de doações privadas (43 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,3 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 587 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 224 mil) e serviços de terceiros (R$ 104 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,7 milhão em 2014 e R$ 460 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
56.059 votos em 2018 · 9 eleições
A votação de Francisco Lopes da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
VereadorDep. EstadualDep. FederalPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2018: R$ 1,3 milhão em receitas · R$ 1,3 milhão em gastos
Chico Lopes declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Ceará em 2006, 2010, 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 102 mil do Fundo Partidário, R$ 4 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 38 mil de doações privadas (43 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,3 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 587 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 224 mil). Em 2014, R$ 1,7 milhão em gastos contratados; em 2010, R$ 460 mil em gastos contratados.
Receitas em 2018R$ 1,3 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 1,3 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 1,7 milhãocontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 3% · pessoas 52% · empresas 7% · próprios 22% · outras 17%
Gasto contratado
R$ 173 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 34 mil19,6%
Publicidade por jornais e revistasR$ 30 mil17,5%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 18 mil10,4%
Eventos de promoção da candidaturaR$ 15 mil8,8%
Outras 22 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 76 mil43,7%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
R$ 52,7 milhões empenhados · 91% pago · 59 emendas em 70 municípios
Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 06/10/20263
Na Câmara dos Deputados, Chico Lopes teve R$ 52,7 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 59 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 70 municípios. Já foram pagos R$ 47,8 milhões (91%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (55%). As cidades que mais receberam foram Farias Brito, Fortaleza e Araripe.2
EmpenhadoR$ 52,7 milhõesorçamentos de 2016 a 2019
PagoR$ 47,8 milhões91% do empenhado, com restos a pagar
Emendas59individuais
Municípios70diferentes
Por ano do orçamento
Orçamento
Empenhado
Pago
% pago
Emendas
Municípios
2019
R$ 13,5 milhões
R$ 12,7 milhões
94%
22
26
2018
R$ 13,9 milhões
R$ 12,5 milhões
89%
15
26
2017
R$ 12,3 milhões
R$ 10,8 milhões
87%
10
23
2016
R$ 12,8 milhões
R$ 11,4 milhões
89%
12
22
Total
R$ 52,6 milhões
R$ 47,3 milhões
90%
59
70
Funções que mais receberam
1SaúdeR$ 29 milhões55,1%
2UrbanismoR$ 11,5 milhões21,8%
3Comércio e ServiçosR$ 4 milhões7,7%
Municípios que mais receberam
1Farias BritoR$ 5,5 milhões10,4%
2FortalezaR$ 3,9 milhões7,5%
3AraripeR$ 2,2 milhões4,2%
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
2
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
3
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
4
Candidaturas
9 candidaturas · eleito em 2006, 2010 e 2014
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Federal · 2018SUPLENTE56.059GCE · 79 anos · Preta · Superior completo · Deputado · PC do B · nº 6565 · ver resultado completo
Vice-Prefeito · 2012NÃO ELEITO22.808LFortaleza, Ceará · 73 anos · Superior completo · Deputado · PC do B · nº 65 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Deputado Estadual · 2002ELEITO47.402GCE · 63 anos · Superior completo · Professor de Ensino de Primeiro e Segundo Graus · PC do B · nº 65165 · ver resultado completo
Coligação: PC do B / PCB
Deputado Estadual · 1998ELEITO48.036GCE · 59 anos · Superior completo · PC do B · nº 65165 · ver resultado completo
Coligação: PC do B / PCB / PSB / PT
Vereador · 1996ELEITO7.212LFortaleza, Ceará · 57 anos · Superior completo · Funcionario Publico · PC do B · nº 65611 · ver resultado completo
1º Suplente Senador · 1994—GCE · 55 anos · Superior completo · Funcionario Publico · PC DO B · nº 658 · suplente de senador não recebe voto nominal · ver a eleição
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.