Rui Macedo

Foto de Rui Rei Matos Macedo
Rui Macedo
Rui Rei Matos Macedo (nome civil)
10 eleições entre 1996 e 2018 · último partido MDB
61 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Médico

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Rui Macedo (Rui Rei Matos Macedo) disputou 10 eleições entre 1996 e 2018, para deputado federal, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Jacobina em 2012 e 2004; deputado estadual em 2002 e 1998. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por BA: 25.058 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por BA, declarou R$ 128 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 20 mil de outros recursos do partido e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 108 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 60 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 34 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 9 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 158 mil em 2016 e R$ 149 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

8.367 votos em 2018 · 10 eleições

A votação de Rui Rei Matos Macedo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 128 mil em receitas · R$ 108 mil em gastos

Rui Macedo declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeito em Jacobina (BA) em 2008, 2012 e 2016, deputado estadual por Bahia em 2010, e deputado federal por Bahia em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 128 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 20 mil de outros recursos do partido e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 108 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 60 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 34 mil). Em 2016, R$ 158 mil em gastos contratados; em 2012, R$ 149 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 128 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 108 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 158 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2008 a 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 128 mil
sem doações de pessoas
FEFC 78% · partido 16% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 108 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 60 mil55,1%
  • Materiais impressosR$ 34 mil31,7%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 9 mil8,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil4,6%
  • Outras 1 categoriaR$ 29menos de 0,1%
2016Prefeito, Jacobina (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 158 mil
8 doadores pessoas físicas
pessoas 32% · próprios 68%
Gasto contratado
R$ 158 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 56 mil35,2%
  • Materiais impressosR$ 45 mil28,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 16 mil10,4%
  • Publicidade por carros de somR$ 12 mil7,6%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 29 mil18,5%
2012Prefeito, Jacobina (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 188 mil
16 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 47% · pessoas 38% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 149 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 44 mil29,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 36 mil24,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 26 mil17,2%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 14 mil9,5%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 30 mil19,8%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 112 mil
49 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 44% · empresas 44% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 112 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 23 mil20,9%
  • Serviços de terceirosR$ 16 mil14,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 16 mil14,6%
  • Publicidade por carros de somR$ 15 mil13,8%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 40 mil36,1%
2008Prefeito, Jacobina (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 238 mil
58 doadores pessoas físicas
pessoas 41% · empresas 29% · próprios 30%
Gasto contratado
R$ 238 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 67 mil28,0%
  • ComíciosR$ 37 mil15,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 26 mil10,7%
  • Serviços de terceirosR$ 16 mil6,6%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 13 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 93 mil39,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

10 candidaturas · eleito em 2002, 2004 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892