- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4 mil30,2%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 3 mil28,4%
- Despesas postaisR$ 2 mil19,6%
- Materiais de expedienteR$ 2702,2%
- Outras 3 categoriasR$ 2 mil19,6%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Vespasiano (Vespasiano Gomes dos Santos) disputou 5 eleições entre 1994 e 2010, para deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: deputado estadual em 2002 e 1998. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por BA: 54.909 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por BA, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 200 de empresas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 4 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 3 mil) e despesas postais (R$ 2 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 110 mil, 85% com publicidade por materiais impressos.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Vespasiano Gomes dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Vespasiano declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Bahia em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 200 de empresas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 4 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 3 mil). Em 2006, 85% dos R$ 110 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.