Antonio José da Cruz Júnior Magalhães (nome civil)
3 eleições entre 2002 e 2010 · último partido DEM
32 anos em 2010 · Masculino · Superior completo
Deputado
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Junior Magalhães (Antônio José da Cruz Júnior Magalhães) disputou 3 eleições entre 2002 e 2010, para deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: deputado estadual em 2006 e 2002. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por BA: 54.737 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por BA, declarou R$ 238 mil em receitas: R$ 31 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 124 mil de doações privadas (24 doadores), R$ 37 mil de empresas e R$ 45 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 238 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 45 mil), publicidade por carros de som (R$ 43 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 34 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 230 mil.
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Evolução da votação nas eleições
18.109 votos em 2010 · 3 eleições
A votação de Antonio José da Cruz Júnior Magalhães em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2010: R$ 238 mil em receitas · R$ 238 mil em gastos contratados
Junior Magalhães declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Bahia em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 238 mil em receitas: R$ 31 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 124 mil de doações privadas (24 doadores), R$ 37 mil de empresas e R$ 45 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 238 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 45 mil) e publicidade por carros de som (R$ 43 mil). Em 2006, R$ 230 mil em gastos contratados.
Receitas em 2010R$ 238 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 238 milcontratados
Gastos em 2006R$ 230 milcontratados, campanha encerrada
pessoas 19% · empresas 51% · próprios 6% · outras 23%
Gasto contratado
R$ 230 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 76 mil33,1%
Publicidade por carros de somR$ 15 mil6,4%
Serviços de terceirosR$ 12 mil5,0%
Locação/cessão de bens móveisR$ 11 mil4,8%
Outras 14 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 116 mil50,6%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2002ELEITO52.370GBA · 24 anos · Superior completo · PPB · nº 11611 · ver resultado completoAssembleia Legislativa
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.