- Materiais impressosR$ 1,3 milhão72,2%
- Transporte ou deslocamentoR$ 136 mil7,3%
- Militância e mobilização de ruaR$ 130 mil7,0%
- Publicidade por carros de somR$ 57 mil3,1%
- Outras 7 categoriasR$ 197 mil10,6%
Segundo o Radar do Voto, Márcio Marinho (REPUBLICANOS) foi eleito deputado federal pela Bahia em 2026, com 97.458 votos, pelo resultado oficial do TSE. Márcio Marinho (Márcio Carlos Marinho) disputou 9 eleições entre 2002 e 2026, para deputado federal, prefeito, vice-prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 6 vezes: deputado federal em 2026, 2022, 2018, 2014 e 2010; deputado estadual em 2002. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por BA: 157.917 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 244,3 milhões empenhados em 126 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 117 municípios; 86% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por BA, declarou R$ 2,1 milhões em receitas: R$ 300 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1,7 milhão do Fundo Partidário e R$ 25 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1,9 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1,3 milhão), transporte ou deslocamento (R$ 136 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 130 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 1,1 milhão em 2022 (52% com publicidade por materiais impressos) e R$ 1,6 milhão em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Marcio Carlos Marinho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Márcio Marinho declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado federal por Bahia em 2006, 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026, e prefeito em Salvador (BA) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,1 milhões em receitas: R$ 300 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1,7 milhão do Fundo Partidário e R$ 25 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1,9 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1,3 milhão) e transporte ou deslocamento (R$ 136 mil); R$ 1,7 milhão já foram pagos. Em 2022, 52% dos R$ 1,1 milhão em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2018, 45% dos R$ 1,6 milhão em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Márcio Marinho teve R$ 244,3 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 126 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 117 municípios. Já foram pagos R$ 210,9 milhões (86%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (52%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Feira de Santana, Salvador e Riachão das Neves. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 109,7 milhões em 33 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 82,1 milhões em 42 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 52,5 milhões em 51 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 31,2 milhões | R$ 18,1 milhões | 58% | 9 | 17 |
| 2025 | R$ 37,2 milhões | R$ 32,5 milhões | 87% | 11 | 44 |
| 2024 | R$ 37,9 milhões | R$ 37,9 milhões | 100% | 11 | 15 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 106,3 milhões | R$ 88,6 milhões | 83% | 31 | 61 |
Funções que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.