- Materiais impressosR$ 2 mil60,0%
- Publicidade por adesivosR$ 2 mil40,0%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 2menos de 0,1%

Segundo o Radar do Voto, João Cambui (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputado estadual pela Bahia em 2026, com 319 votos, pelo resultado oficial do TSE. João Cambui (João Batista Miranda Cambuí) disputou 6 eleições entre 1998 e 2026, para deputado estadual e vice-prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por BA: 5.635 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por BA, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 13 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil), publicidade por adesivos (R$ 2 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 2). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de João Batista Miranda Cambuí em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
João Cambui declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Bahia em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 13 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e publicidade por adesivos (R$ 2 mil); R$ 4 mil já foram pagos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.