Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Gaban (Carlos Ricardo Gaban) disputou 5 eleições entre 1994 e 2010, para deputado estadual. Ele foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2006, 2002, 1998 e 1994. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por BA: 89.585 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por BA, declarou R$ 849 mil em receitas: R$ 560 mil do Fundo Partidário, R$ 215 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas, R$ 62 mil de empresas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 849 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 317 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 312 mil) e publicidade por carros de som (R$ 81 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 111 mil.
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
33.056 votos em 2010 · 5 eleições
A votação de Carlos Ricardo Gaban em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2010: R$ 849 mil em receitas · R$ 849 mil em gastos contratados
Gaban declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Bahia em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 849 mil em receitas: R$ 560 mil do Fundo Partidário, R$ 215 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas, R$ 62 mil de empresas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 849 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 317 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 312 mil). Em 2006, R$ 111 mil em gastos contratados.
Receitas em 2010R$ 849 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 849 milcontratados
Gastos em 2006R$ 111 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 2% · pessoas 19% · empresas 70% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 111 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 29 mil26,6%
Serviços de terceirosR$ 15 mil13,6%
Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil4,7%
Publicidade por carros de somR$ 4 mil3,8%
Outras 6 categoriasR$ 57 mil51,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 1998ELEITO81.026GBA · 48 anos · Superior completo · Engenheiro · PFL · nº 25101 · ver resultado completo
Coligação: PFL / PL
Deputado Estadual · 1994ELEITO42.140GBA · 44 anos · Superior completo · PFL · nº 25101 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.