Paulo Souto

Foto de Paulo Ganem Souto
Paulo Souto
Paulo Ganem Souto (nome civil)
6 eleições entre 1994 e 2014 · último partido DEM
71 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Geólogo

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Paulo Souto (Paulo Ganem Souto) disputou 6 eleições entre 1994 e 2014, para governador e senador. Ele foi eleito 3 vezes: governador em 2002 e 1994; senador em 1998. A maior votação foi em 2002, para governador por BA: 2.871.025 votos. Na campanha de 2014 para governador por BA, declarou R$ 21,7 milhões em receitas: R$ 2,5 milhões do Fundo Partidário, R$ 12,8 milhões de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 248 mil de doações privadas (32 doadores) e R$ 6,1 milhões de empresas. Os gastos contratados somam R$ 21,7 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 8,6 milhões), publicidade por materiais impressos (R$ 3,6 milhões) e serviços de terceiros (R$ 1,5 milhão). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 9,5 milhões em 2010 e R$ 9,3 milhões em 2006.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

2.440.409 votos em 2014 · 6 eleições

A votação de Paulo Ganem Souto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

GovernadorSenador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 21,7 milhões em receitas · R$ 21,7 milhões em gastos contratados

Paulo Souto declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: governador por Bahia em 2006, 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 21,7 milhões em receitas: R$ 2,5 milhões do Fundo Partidário, R$ 12,8 milhões de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 248 mil de doações privadas (32 doadores) e R$ 6,1 milhões de empresas. Os gastos contratados somam R$ 21,7 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 8,6 milhões) e publicidade por materiais impressos (R$ 3,6 milhões). Em 2010, R$ 9,5 milhões em gastos contratados; em 2006, R$ 9,3 milhões em gastos contratados.

Receitas em 2014R$ 21,7 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 21,7 milhõescontratados
Gastos em 2010R$ 9,5 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2010 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2014Governador, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 21,7 milhões
32 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 12% · partido e outras campanhas 59% · pessoas 1% · empresas 28%
Gasto contratado
R$ 21,7 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 8,6 milhões39,9%
  • Materiais impressosR$ 3,6 milhões16,5%
  • Serviços de terceirosR$ 1,5 milhão6,8%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 1,2 milhão5,4%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 21 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 3,4 milhões doados a outros candidatos e partidosR$ 6,8 milhões31,4%
2010Governador, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9,5 milhões
sem doações de pessoas
partido 66% · empresas 34%
Gasto contratado
R$ 9,5 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 3,5 milhões36,7%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1,8 milhão19,2%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 460 mil4,8%
  • Materiais impressosR$ 426 mil4,5%
  • Outras 22 categoriasinclui R$ 75 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 860 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 3,3 milhões34,8%
2006Governador, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9,3 milhões
3 doadores pessoas físicas
partido 26% · pessoas 3% · empresas 71%
Gasto contratado
R$ 9,3 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 2,4 milhões26,0%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 1,8 milhão19,4%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 938 mil10,1%
  • Materiais impressosR$ 936 mil10,1%
  • Outras 25 categoriasinclui R$ 111 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 3,2 milhões34,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 1994, 1998 e 2002

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892