Camilo S.o.s

Foto de Camilo Oliveira de Souza
Camilo S.o.s
Camilo Oliveira de Souza (nome civil)
6 eleições entre 1996 e 2014 · último partido PRTB
52 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Federal

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Camilo S.o.s (Camilo Oliveira de Souza) disputou 6 eleições entre 1996 e 2014, para deputado federal, deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por AP: 629 votos. Na campanha de 2014 para deputado federal por AP, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 116 de outros recursos do partido, R$ 3 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e preparação de campanha e instalação física de comitês de campanha (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 12 mil em 2010 e R$ 3 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

629 votos em 2014 · 6 eleições

A votação de Camilo Oliveira de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 12 mil em receitas · R$ 12 mil em gastos contratados

Camilo S.o.s declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Amapá em 2006, e deputado federal por Amapá em 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 116 de outros recursos do partido, R$ 3 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil). Em 2010, R$ 12 mil em gastos contratados; em 2006, 95% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2014R$ 12 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 12 milcontratados
Gastos em 2010R$ 12 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2010 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2014Deputado federal, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
3 doadores pessoas físicas
partido menos de 1% · pessoas 27% · próprios 72%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil27,9%
  • Materiais impressosR$ 3 mil27,4%
  • Preparação de campanha e instalação física de comitês de campanhaR$ 2 mil16,9%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil16,5%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 65 lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil11,3%
2010Deputado federal, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 63% · próprios 37%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 7506,5%
  • Outras 1 categoriaR$ 11 mil93,5%
2006Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 95% · pessoas menos de 1% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil95,0%
  • Materiais impressosR$ 1304,1%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 270,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892