Paulo Leite

Foto de Paulo Leite de Mendonça
Paulo Leite
Paulo Leite de Mendonça (nome civil)
5 eleições entre 1994 e 2022 · último partido PSD
78 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Engenheiro
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Paulo Leite (Paulo Leite de Mendonça) disputou 5 eleições entre 1994 e 2022, para deputado federal e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1994, para deputado federal por AP: 3.758 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por AP, declarou R$ 150 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 149 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 55 mil), pessoal (R$ 44 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 14 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 49 mil.

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Evolução da votação nas eleições

680 votos em 2022 · 5 eleições

A votação de Paulo Leite de Mendonça em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 150 mil em receitas · R$ 149 mil em gastos

Paulo Leite declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Amapá em 2006, e deputado federal por Amapá em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 150 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 149 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 55 mil) e pessoal (R$ 44 mil). Em 2006, R$ 49 mil em gastos contratados.

Receitas em 2022R$ 150 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 149 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2006R$ 49 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2022Deputado federal, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 150 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 149 mil
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 55 mil36,8%
  • PessoalR$ 44 mil29,7%
  • Materiais impressosR$ 14 mil9,0%
  • Serviços contábeisR$ 8 mil5,4%
  • Outras 7 categoriasR$ 28 mil19,1%
2006Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 51 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 19% · pessoas 46% · empresas 8% · próprios 25% · outras 2%
Gasto contratado
R$ 49 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 16 mil32,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 10 mil20,6%
  • Serviços de terceirosR$ 8 mil17,3%
  • Encargos sociaisR$ 3 mil6,4%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 149 lançados como "diversas a especificar"R$ 11 mil23,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892