8 eleições entre 1998 e 2022 · último partido AVANTE
55 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Policial Militar
redes informadas ao TSE
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Coronel Macedo (Ubiranildo da Silva Macêdo) disputou 8 eleições entre 1998 e 2022, para deputado federal, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 2002. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por AP: 3.089 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por AP, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 17 mil de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 13 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 8 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 5 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 11 mil em 2014 (42% com publicidade por carros de som) e R$ 15 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
261 votos em 2022 · 8 eleições
A votação de Ubiranildo da Silva Macedo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 24 mil em receitas · R$ 15 mil em gastos
Coronel Macedo declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Amapá em 2006, 2010 e 2018, e deputado federal por Amapá em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 17 mil de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 13 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 8 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 5 mil). Em 2014, 42% dos R$ 11 mil em gastos contratados foram com publicidade por carros de som; em 2010, R$ 15 mil em gastos contratados.
Gastos em 2018R$ 15 milcampanha encerrada; tudo pago
Outras 4 categoriasinclui R$ 211 lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil4,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2012—LMacapá, Amapá · 45 anos · Superior completo · Policial Militar · PSC · nº 20190 · registro constava como indeferido nos dados do TSE · ver a eleição
Deputado Estadual · 2002ELEITO1.985GAP · 35 anos · Superior incompleto · Militar Reformado · PT do B · nº 70190 · ver resultado completo
Coligação: PTB / PT do B / PRTB / PAN / PSL / PPS
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE510GAP · 31 anos · Superior incompleto · Militar em Geral · PDT · nº 12190 · ver resultado completo
Coligação: PDT / PSC / PT do B
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.