Gatinho

Foto de Ocivaldo Serique Gato
Gatinho
Ocivaldo Serique Gato (nome civil)
4 eleições entre 2000 e 2010 · último partido PTB
44 anos em 2010 · Masculino · Superior completo
Engenheiro

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Gatinho (Ocivaldo Serique Gato) disputou 4 eleições entre 2000 e 2010, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2010 e 2002; vereador de Macapá em 2000. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por AP: 5.272 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por AP, declarou R$ 20 mil em receitas, de empresas. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 6 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 5 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 19 mil.

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Evolução da votação nas eleições

5.272 votos em 2010 (eleito) · 4 eleições

A votação de Ocivaldo Serique Gato em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 20 mil em receitas · R$ 20 mil em gastos contratados

Gatinho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Amapá em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 20 mil em receitas, de empresas. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 6 mil). Em 2006, R$ 19 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 20 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 20 milcontratados
Gastos em 2006R$ 19 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 20 mil
sem doações de pessoas
empresas 100%
Gasto contratado
R$ 20 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 9 mil44,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 6 mil30,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil25,0%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 11menos de 0,1%
2006Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 19 mil
5 doadores pessoas físicas
pessoas 30% · próprios 70%
Gasto contratado
R$ 19 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 7 mil36,0%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil9,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil6,8%
  • Materiais impressosR$ 5002,7%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 8 mil44,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2000, 2002 e 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892