Segundo o Radar do Voto, Francisca Favacho (MDB) teve 9.746 votos para deputada federal pelo Amapá em 2026 e não foi eleita, pelo resultado oficial do TSE. Francisca Favacho (Francisca Ferreira Favacho) disputou 6 eleições entre 1996 e 2026, para deputada federal, vice-governadora, deputada estadual e vereadora. Ela foi eleita 4 vezes: deputada estadual em 2006 e 2002; vereadora de Macapá em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2026, para deputada federal por AP: 9.746 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por AP, declarou R$ 1,6 milhão em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 68 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 767 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 223 mil), militância e mobilização de rua (R$ 137 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 99 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 196 mil.
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Evolução da votação nas eleições
9.746 votos em 2026 · 6 eleições
A votação de Francisca Ferreira Favacho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
VereadorDep. EstadualGovernadorDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 1,6 milhão em receitas · R$ 767 mil em gastos contratados
Francisca Favacho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada estadual por Amapá em 2006, e deputada federal por Amapá em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,6 milhão em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 68 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 767 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 223 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 137 mil); R$ 161 mil já foram pagos. Em 2006, R$ 196 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Receitas em 2026R$ 1,6 milhãoparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2026R$ 767 milcontratados, parcial; R$ 161 mil pagos
Gastos em 2006R$ 196 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 9% · pessoas 43% · empresas 41% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 196 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Combustíveis e lubrificantesR$ 55 mil27,8%
Materiais impressosR$ 41 mil21,1%
Serviços de terceirosR$ 5 mil2,5%
Transporte ou deslocamentoR$ 4 mil2,2%
Outras 11 categoriasinclui R$ 34 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 91 mil46,4%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.