- Serviços advocatíciosR$ 3 mil50,0%
- Serviços contábeisR$ 3 mil50,0%

Segundo o Radar do Voto, Major Paulo Nunes (PCDOB) ficou como suplente de deputado estadual por Alagoas em 2026, com 17 votos, pelo resultado oficial do TSE. Major Paulo Nunes (Paulo Roberto Nunes Calaça) disputou 7 eleições entre 1998 e 2026, para deputado estadual, vereador, deputado federal e senador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Maragogi em 2020; deputado estadual em 1998. A maior votação foi em 2010, para senador por AL: 14.229 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Maragogi/AL, declarou R$ 15 mil em receitas: R$ 9 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 11 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 21). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 29 mil em 2010 (58% com publicidade por materiais impressos) e R$ 14 mil em 2006.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Paulo Roberto Nunes Calaça em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Major Paulo Nunes declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Alagoas em 2006 e 2026, senador por Alagoas em 2010, e vereador em Maragogi (AL) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 15 mil em receitas: R$ 9 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 11 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 21). Em 2010, 58% dos R$ 29 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2006, 53% dos R$ 14 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.