Luiz Humberto Carneiro

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Luiz Humberto Carneiro
8 eleições entre 1998 e 2018 · último partido PSDB
65 anos em 2018 · Masculino · Superior incompleto
Deputado
redes informadas ao TSE
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Luiz Humberto Carneiro disputou 8 eleições entre 1998 e 2018, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 5 vezes: deputado estadual em 2018, 2014, 2010, 2006 e 2002. A maior votação foi em 2000, para prefeito em Uberlândia/MG: 104.595 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por MG, declarou R$ 417 mil em receitas: R$ 25 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 250 mil de doações privadas (23 doadores) e R$ 142 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 391 mil, principalmente com pessoal (R$ 200 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 96 mil) e publicidade por adesivos (R$ 27 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 850 mil em 2014 e R$ 656 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

50.341 votos em 2018 (eleito) · 8 eleições

A votação de Luiz Humberto Carneiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 417 mil em receitas · R$ 391 mil em gastos

Luiz Humberto Carneiro declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006, 2010, 2014 e 2018, e prefeito em Uberlândia (MG) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 417 mil em receitas: R$ 25 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 250 mil de doações privadas (23 doadores) e R$ 142 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 391 mil, principalmente com pessoal (R$ 200 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 96 mil). Em 2014, R$ 850 mil em gastos contratados; em 2012, 69% dos R$ 656 mil em gastos contratados foram com baixa de estimáveis - produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

Receitas em 2018R$ 417 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 391 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 850 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 417 mil
23 doadores pessoas físicas
FEFC 6% · pessoas 60% · próprios 34%
Gasto contratado
R$ 391 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 200 mil51,1%
  • Materiais impressosR$ 96 mil24,4%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 7 mil1,7%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil0,8%
  • Outras 10 categoriasR$ 86 mil22,1%
2014Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 850 mil
71 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 7% · pessoas 13% · empresas 64% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 850 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 340 mil40,0%
  • PessoalR$ 93 mil10,9%
  • Materiais impressosR$ 60 mil7,1%
  • Serviços de terceirosR$ 15 mil1,8%
  • Locação de imóveisR$ 3 mil0,4%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 135 lançados como "diversas a especificar"R$ 338 mil39,8%
2012Prefeito, Uberlândia (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 658 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 73% · empresas 4% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 656 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 150 mil22,9%
  • Materiais impressosR$ 33 mil5,0%
  • Materiais impressosR$ 21 mil3,3%
  • Outras 2 categoriasR$ 452 mil68,9%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,7 milhão
499 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 27% · pessoas 22% · empresas 48% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 1,7 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 291 mil17,2%
  • Materiais impressosR$ 220 mil13,1%
  • Serviços de terceirosR$ 31 mil1,9%
  • Locação de imóveisR$ 5 mil0,3%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 4 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 1,1 milhão67,6%
2006Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 374 mil
110 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 13% · empresas 84% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 374 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 138 mil37,0%
  • Materiais impressosR$ 129 mil34,4%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 17 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 107 mil28,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2010, 2014 e 2018

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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