Roberto Martins de Oliveira

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Roberto Martins de Oliveira
5 eleições entre 2016 e 2026 · último partido PDT
59 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Médio
redes informadas ao TSE
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Professor Roberto Martins (PDT) teve 749 votos para deputado estadual pelo Espírito Santo em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Professor Roberto Martins (Roberto Martins de Oliveira) disputou 5 eleições entre 2016 e 2026, para deputado estadual, vereador e 1º suplente. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Vitória em 2016. A maior votação foi em 2016, para vereador em Vitória/ES: 1.547 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por ES, declarou R$ 67 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 470 de outros recursos do partido, R$ 14 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 31 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 10 mil), militância e mobilização de rua (R$ 8 mil) e serviços de terceiros (R$ 8 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 91 mil em 2022 e R$ 24 mil em 2020.

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Evolução da votação nas eleições

749 votos em 2026 · 5 eleições

A votação de Roberto Martins de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorSenadorDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 67 mil em receitas · R$ 31 mil em gastos contratados

Professor Roberto Martins declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Vitória (ES) em 2016 e 2020, e deputado estadual por Espírito Santo em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 67 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 470 de outros recursos do partido, R$ 14 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 31 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 10 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 8 mil); R$ 15 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 91 mil em gastos; em 2020, 62% dos R$ 24 mil em gastos foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 67 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 31 milcontratados, parcial; R$ 15 mil pagos
Gastos em 2022R$ 91 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42016, 2020, 2022 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Espírito SantoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 67 mil
4 doadores pessoas físicas
FEFC 75% · partido menos de 1% · pessoas 20% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 31 mil
pago até agora: R$ 15 mil (48%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 10 mil32,2%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 8 mil26,7%
  • Serviços de terceirosR$ 8 mil25,1%
  • Serviços advocatíciosR$ 3 mil8,0%
  • Outras 2 categoriasR$ 3 mil8,0%
2022Deputado estadual, Espírito SantoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 114 mil
4 doadores pessoas físicas
FEFC 97% · partido e outras campanhas 1% · pessoas 2%
Gasto contratado
R$ 91 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 31 mil34,2%
  • PessoalR$ 21 mil22,9%
  • Materiais impressosR$ 14 mil15,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil5,5%
  • Outras 9 categoriasR$ 20 mil22,0%
2020Vereador, Vitória (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 33 mil
5 doadores pessoas físicas
FEFC 85% · partido e outras campanhas 3% · pessoas 12%
Gasto contratado
R$ 24 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 15 mil61,9%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 8 mil33,8%
  • Materiais impressosR$ 7603,1%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 2491,0%
  • Outras 1 categoriaR$ 420,2%
Ver a campanha anterior
2016Vereador, Vitória (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 12% · pessoas 71% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil37,8%
  • Materiais impressosR$ 3 mil22,9%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 3 mil21,3%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 6945,9%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil12,1%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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