- Serviços de terceirosR$ 250 mil36,3%
- Militância e mobilização de ruaR$ 204 mil29,6%
- Serviços advocatíciosR$ 115 mil16,7%
- PessoalR$ 55 mil8,0%
- Outras 6 categoriasR$ 65 mil9,4%
Claudia Lemos (UNIÃO) ficou como suplente de deputada federal pelo Espírito Santo em 2026, com 2.331 votos, pelo resultado oficial do TSE. Claudia Lemos (Cláudia Mileipe Festa Lemos) disputou 11 eleições entre 2000 e 2026, para deputada federal, vereadora, deputada estadual e vice-prefeita. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Cachoeiro de Itapemirim em 2004. A maior votação foi em 2006, para deputada estadual por ES: 11.300 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por ES, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 19 mil de doações privadas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 688 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 250 mil), militância e mobilização de rua (R$ 204 mil) e serviços advocatícios (R$ 115 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 710 mil em 2022 (55% com militância e mobilização de rua) e R$ 6 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Cláudia Mileipe Festa Lemos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Claudia Lemos declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputada estadual por Espírito Santo em 2006, 2014 e 2018, vereadora em Cachoeiro de Itapemirim (ES) em 2020, e deputada federal por Espírito Santo em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 19 mil de doações privadas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 688 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 250 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 204 mil); R$ 364 mil já foram pagos. Em 2022, 55% dos R$ 710 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2020, R$ 6 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.