Edson (PP) ficou como suplente de deputado federal pelo Espírito Santo em 2026, com 4.184 votos, pelo resultado oficial do TSE. Edson (Edson Marcio de Almeida) disputou 8 eleições entre 2004 e 2026, para deputado federal, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de Iúna em 2024, 2020, 2008 e 2004. A maior votação foi em 2026, para deputado federal por ES: 4.184 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por ES, declarou R$ 955 mil em receitas: R$ 900 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 50 mil do Fundo Partidário e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 350 mil, principalmente com pessoal (R$ 114 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 27 mil) e publicidade por adesivos (R$ 26 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 13 mil em 2020 (72% com militância e mobilização de rua) e R$ 4 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
4.184 votos em 2026 · 8 eleições
A votação de Edson Marcio de Almeida em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 955 mil em receitas · R$ 350 mil em gastos contratados
Edson declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Iúna (ES) em 2008, 2012, 2020 e 2024, e deputado federal por Espírito Santo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 955 mil em receitas: R$ 900 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 50 mil do Fundo Partidário e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 350 mil, principalmente com pessoal (R$ 114 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 27 mil); R$ 155 mil já foram pagos. Em 2020, 72% dos R$ 13 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2012, 57% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Receitas em 2026R$ 955 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 350 milcontratados, parcial; R$ 155 mil pagos
Gastos em 2020R$ 13 milcampanha encerrada; tudo pago
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 50011,3%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 451,0%
Outras 1 categoriaR$ 2 mil44,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2010—GES · 38 anos · Ensino médio completo · Vereador · PSB · nº 40567 · registro constava como renúncia nos dados do TSE · ver a eleição
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.