- Materiais impressosR$ 22 mil26,0%
- Cessão ou locação de veículosR$ 18 mil21,2%
- Serviços de terceirosR$ 15 mil17,7%
- PessoalR$ 11 mil13,2%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 18 mil21,8%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Jair Cassola disputou 5 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Votorantim em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por SP: 36.248 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Votorantim/SP, declarou R$ 85 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 85 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 22 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 18 mil) e serviços de terceiros (R$ 15 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 239 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Jair Cassola em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Jair Cassola declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2010, e prefeito em Votorantim (SP) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 85 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 85 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 22 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 18 mil). Em 2010, R$ 239 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.