- Materiais impressosR$ 453 mil37,4%
- Serviços advocatíciosR$ 150 mil12,4%
- Cessão ou locação de veículosR$ 104 mil8,6%
- Serviços contábeisR$ 100 mil8,3%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 213 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 403 mil33,3%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marcelo Miranda (Marcelo de Carvalho Miranda) disputou 8 eleições entre 1990 e 2022, para deputado estadual, governador e senador. Ele foi eleito 6 vezes: governador em 2014, 2006 e 2002; deputado estadual em 1998, 1994 e 1990. A maior votação foi em 2014, para governador por TO: 360.640 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por TO, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 10 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 453 mil), serviços advocatícios (R$ 150 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 104 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 7,2 milhões em 2014 e R$ 1,5 milhão em 2010.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Marcelo de Carvalho Miranda em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Marcelo Miranda declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: governador por Tocantins em 2006 e 2014, senador por Tocantins em 2010, e deputado estadual por Tocantins em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 10 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 453 mil) e serviços advocatícios (R$ 150 mil). Em 2014, R$ 7,2 milhões em gastos contratados; em 2010, R$ 1,5 milhão em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.