Jooji Hato

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Jooji Hato
12 eleições entre 1990 e 2018 · último partido MDB
70 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Deputado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Jooji Hato disputou 12 eleições entre 1990 e 2018, para deputado estadual, vereador, senador e deputado federal. Ele foi eleito 6 vezes: deputado estadual em 2014 e 2010; vereador de São Paulo em 2008, 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 1998, para senador por SP: 299.178 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por SP, declarou R$ 763 mil em receitas: R$ 300 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 300 mil do Fundo Partidário, R$ 4 mil de outras campanhas, R$ 28 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 131 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 739 mil, principalmente com pessoal (R$ 230 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 107 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 83 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 496 mil em 2014 e R$ 452 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

41.260 votos em 2018 · 12 eleições

A votação de Jooji Hato em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. FederalVereadorSenador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 763 mil em receitas · R$ 739 mil em gastos

Jooji Hato declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006, 2010, 2014 e 2018, e vereador em São Paulo (SP) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 763 mil em receitas: R$ 300 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 300 mil do Fundo Partidário, R$ 4 mil de outras campanhas, R$ 28 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 131 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 739 mil, principalmente com pessoal (R$ 230 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 107 mil). Em 2014, R$ 496 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 452 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 763 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 739 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 496 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2018Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 763 mil
9 doadores pessoas físicas
FEFC 39% · Fundo Partidário 39% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 4% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 739 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 230 mil31,1%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 107 mil14,4%
  • Materiais impressosR$ 83 mil11,2%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 77 mil10,4%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 101 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 243 mil32,9%
2014Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 496 mil
93 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 33% · pessoas 33% · empresas 17% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 496 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 114 mil23,0%
  • PessoalR$ 79 mil16,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 70 mil14,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 68 mil13,8%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 42 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 165 mil33,2%
2010Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 452 mil
16 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 33% · pessoas 16% · empresas 41% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 452 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 157 mil34,7%
  • Despesas postaisR$ 69 mil15,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 45 mil9,9%
  • PessoalR$ 36 mil8,0%
  • Outras 8 categoriasR$ 146 mil32,2%
Ver as 2 campanhas anteriores
2008Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 540 mil
52 doadores pessoas físicas
partido 34% · pessoas 13% · empresas 41% · próprios 8% · outras 4%
Gasto contratado
R$ 540 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 98 mil18,2%
  • Despesas postaisR$ 75 mil13,9%
  • PessoalR$ 29 mil5,4%
  • Materiais impressosR$ 27 mil5,1%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 16 doados a outros candidatos e partidosR$ 310 mil57,5%
2006Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 150 mil
19 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 8% · pessoas 44% · empresas 16% · próprios 19% · outras 12%
Gasto contratado
R$ 150 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 43 mil28,5%
  • Despesas postaisR$ 34 mil22,5%
  • Materiais impressosR$ 21 mil13,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 14 mil9,7%
  • Outras 8 categoriasR$ 38 mil25,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

12 candidaturas · eleito em 2008, 2010 e 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892