Francisco Chagas

Foto de Francisco das Chagas Francilino
Francisco Chagas
Francisco das Chagas Francilino (nome civil)
8 eleições entre 1998 e 2018 · PT
62 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Sociólogo
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Francisco Chagas (Francisco das Chagas Francilino) disputou 8 eleições entre 1998 e 2018, para deputado federal, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de São Paulo em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por SP: 76.191 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por SP, declarou R$ 545 mil em receitas: R$ 507 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 28 mil de doações privadas (14 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 517 mil, principalmente com pessoal (R$ 203 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 122 mil) e publicidade por adesivos (R$ 97 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,6 milhão em 2014 (47% com pessoal) e R$ 249 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

36.415 votos em 2018 · 8 eleições

A votação de Francisco das Chagas Francilino em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 545 mil em receitas · R$ 517 mil em gastos

Francisco Chagas declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em São Paulo (SP) em 2008 e 2012, e deputado federal por São Paulo em 2010, 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 545 mil em receitas: R$ 507 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 28 mil de doações privadas (14 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 517 mil, principalmente com pessoal (R$ 203 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 122 mil). Em 2014, 47% dos R$ 1,6 milhão em gastos contratados foram com pessoal; em 2012, R$ 249 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 545 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 517 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 1,6 milhãocontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2008 a 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2018Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 545 mil
14 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 93% · pessoas 5% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 517 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 203 mil39,2%
  • Materiais impressosR$ 122 mil23,6%
  • Publicidade por adesivosR$ 97 mil18,8%
  • Serviços de terceirosR$ 50 mil9,8%
  • Outras 12 categoriasR$ 45 mil8,7%
2014Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,3 milhão
17 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 47% · pessoas 6% · empresas 46% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,6 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 734 mil47,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 274 mil17,6%
  • Materiais impressosR$ 253 mil16,2%
  • Serviços de terceirosR$ 85 mil5,4%
  • Outras 15 categoriasR$ 214 mil13,7%
2012Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 965 mil
35 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 61% · pessoas 6% · empresas 33% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 249 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 86 mil34,8%
  • Materiais impressosR$ 79 mil31,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 46 mil18,4%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 17 mil6,7%
  • Outras 9 categoriasR$ 20 mil8,2%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,1 milhão
23 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 59% · pessoas 3% · empresas 36% · próprios menos de 1% · outras 3%
Gasto contratado
R$ 1,1 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 492 mil43,0%
  • Materiais impressosR$ 172 mil15,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 98 mil8,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 67 mil5,8%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 970 lançados como "diversas a especificar" e R$ 67 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 315 mil27,5%
2008Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 447 mil
76 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 54% · pessoas 19% · empresas 26% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 447 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 216 mil48,4%
  • Materiais impressosR$ 63 mil14,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 27 mil6,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 22 mil4,9%
  • Outras 11 categoriasR$ 119 mil26,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892