Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Pastor Antonio Angelo (Antonio Angelo da Silva) disputou 4 eleições entre 1998 e 2014, para deputado estadual, deputado federal e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1998, para deputado federal por SP: 930 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por SP, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 66 do Fundo Partidário, R$ 2 mil de outros recursos do partido e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 500) e serviços de terceiros (R$ 390).
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Evolução da votação nas eleições
172 votos em 2014 · 4 eleições
A votação de Antonio Angelo da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados
Pastor Antonio Angelo declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por São Paulo em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 66 do Fundo Partidário, R$ 2 mil de outros recursos do partido e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 500).
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1 mil41,2%
Publicidade por jornais e revistasR$ 50019,0%
Serviços de terceirosR$ 39014,8%
Materiais impressosR$ 34113,0%
Outras 2 categoriasinclui R$ 300 lançados como "diversas a especificar"R$ 31812,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Federal · 2002438não eleitoGSP · 61 anos · Ensino médio completo · Representante Comercial · PSC · nº 2030 · ver resultado completo
Coligação: PTC / PRP / PSC / PT do B
Vereador · 2000259não eleitoLSão Paulo, São Paulo · 59 anos · Ensino médio completo · Vendedor Pracista, Representante, Caixeiro-Viajante e Assemelhados · PSC · nº 20202 · ver resultado completo
Coligação: PSC / PT do B
Deputado Federal · 1998930não eleitoGSP · 57 anos · Ensino médio completo · Técnico de Eletricidade, Eletrônica e Telecomunicações · PSC · nº 2040 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.