Anibal de Freitas

Foto de Anibal de Freitas Filho
Anibal de Freitas
Anibal de Freitas Filho (nome civil)
8 eleições entre 1996 e 2020 · último partido DEM
65 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Aposentado (exceto Servidor Público)

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Anibal de Freitas (Anibal de Freitas Filho) disputou 8 eleições entre 1996 e 2020, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereador em São Paulo/SP: 25.434 votos. Na campanha de 2020 para vereador em São Paulo/SP, declarou R$ 221 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 15 mil do Fundo Partidário, R$ 100 mil de outros recursos do partido, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 203 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 193 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 151 mil em 2018 (87% com pessoal) e R$ 162 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

4.954 votos em 2020 · 8 eleições

A votação de Anibal de Freitas Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 221 mil em receitas · R$ 203 mil em gastos

Anibal de Freitas declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em São Paulo (SP) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputado estadual por São Paulo em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 221 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 15 mil do Fundo Partidário, R$ 100 mil de outros recursos do partido, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 203 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 193 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil). Em 2018, 87% dos R$ 151 mil em gastos foram com pessoal; em 2016, 55% dos R$ 162 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2020R$ 221 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 203 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 151 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2008 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 221 mil
doações de pessoas
FEFC 45% · Fundo Partidário 7% · partido 45% · pessoas 1% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 203 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 193 mil95,2%
  • Materiais impressosR$ 4 mil2,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 3 mil1,4%
  • PessoalR$ 2 mil1,0%
  • Outras 1 categoriaR$ 8500,4%
2018Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 160 mil
4 doadores pessoas físicas
FEFC 62% · Fundo Partidário 12% · partido e outras campanhas 12% · pessoas 12% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 151 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 132 mil87,3%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 10 mil6,8%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 7 mil4,6%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil1,0%
  • Outras 1 categoriaR$ 4550,3%
2016Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 162 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 8% · pessoas 67% · próprios 25%
Gasto contratado
R$ 162 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 89 mil55,0%
  • Materiais impressosR$ 39 mil24,2%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 13 mil7,9%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 7 mil4,3%
  • Outras 6 categoriasR$ 14 mil8,6%
Ver as 2 campanhas anteriores
2012Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 300 mil
5 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 26% · pessoas 29% · empresas 44% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 94 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 43 mil46,2%
  • Materiais impressosR$ 37 mil39,7%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 9 mil9,9%
  • TelefoneR$ 2 mil1,9%
  • Outras 3 categoriasR$ 2 mil2,2%
2008Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 149 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 14% · empresas 76% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 149 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 42 mil28,0%
  • PessoalR$ 32 mil21,1%
  • Materiais impressosR$ 25 mil16,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 19 mil12,5%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 225 lançados como "diversas a especificar"R$ 32 mil21,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892