Alan Lopes

Foto de Alankardec Rodrigues Lopes
Alan Lopes
Alankardec Rodrigues Lopes (nome civil)
6 eleições entre 1994 e 2016 · último partido PRTB
64 anos em 2016 · Masculino · Lê e escreve
Empresário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Alan Lopes (Alankardec Rodrigues Lopes) disputou 6 eleições entre 1994 e 2016, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1996, para vereador em São Paulo/SP: 22.536 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Praia Grande/SP, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 172 de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 18 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil), serviços de terceiros (R$ 4 mil) e locação de imóveis (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 17 mil em 2012 (64% com materiais de expediente) e R$ 54 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

1.228 votos em 2016 · 6 eleições

A votação de Alankardec Rodrigues Lopes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 18 mil em receitas · R$ 18 mil em gastos contratados

Alan Lopes declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Praia Grande (SP) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 172 de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 18 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil) e serviços de terceiros (R$ 4 mil). Em 2012, 64% dos R$ 17 mil em gastos contratados foram com materiais de expediente; em 2008, R$ 54 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 18 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 18 milcontratados
Gastos em 2012R$ 17 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Praia Grande (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 18 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 44% · próprios 55%
Gasto contratado
R$ 18 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 8 mil42,9%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil20,9%
  • Locação de imóveisR$ 3 mil16,5%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 2 mil8,9%
  • Outras 3 categoriasR$ 2 mil10,8%
2012Vereador, Praia Grande (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 38 mil
doações de pessoas
partido 2% · pessoas 22% · próprios 76%
Gasto contratado
R$ 17 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais de expedienteR$ 11 mil64,0%
  • Materiais impressosR$ 3 mil14,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil5,8%
  • TelefoneR$ 8825,2%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 485 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil10,4%
2008Vereador, Praia Grande (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 54 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 5% · pessoas 1% · empresas 88% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 54 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 16 mil29,7%
  • Serviços de terceirosR$ 13 mil24,2%
  • TelefoneR$ 6 mil11,3%
  • Locação de imóveisR$ 4 mil6,7%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 314 lançados como "diversas a especificar"R$ 15 mil28,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892