Adolfo Quintas

Foto de Adolfo Quintas Gonçalves Neto
Adolfo Quintas
Adolfo Quintas Gonçalves Neto (nome civil)
8 eleições entre 1996 e 2018 · último partido PSD
65 anos em 2018 · Masculino · Ensino médio completo
Comerciante

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Adolfo Quintas (Adolfo Quintas Gonçalves Neto) disputou 8 eleições entre 1996 e 2018, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de São Paulo em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por SP: 61.688 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por SP, declarou R$ 187 mil em receitas: R$ 75 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 109 mil de outras campanhas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 183 mil, principalmente com pessoal (R$ 174 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 225 mil em 2016 (51% com pessoal) e R$ 244 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

11.118 votos em 2018 · 8 eleições

A votação de Adolfo Quintas Gonçalves Neto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 187 mil em receitas · R$ 183 mil em gastos

Adolfo Quintas declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em São Paulo (SP) em 2008, 2012 e 2016, e deputado estadual por São Paulo em 2010 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 187 mil em receitas: R$ 75 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 109 mil de outras campanhas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 183 mil, principalmente com pessoal (R$ 174 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 3 mil). Em 2016, 51% dos R$ 225 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2012, 56% dos R$ 244 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2018R$ 187 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 183 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 225 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2008 a 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 187 mil
sem doações de pessoas
FEFC 40% · partido e outras campanhas 58% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 183 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 174 mil94,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 3 mil1,6%
  • Materiais impressosR$ 2 mil1,3%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 2 mil1,1%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 700 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil1,1%
2016Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 225 mil
178 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 22% · pessoas 62% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 225 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 115 mil50,9%
  • Materiais impressosR$ 48 mil21,4%
  • Publicidade por adesivosR$ 14 mil6,2%
  • Serviços de terceirosR$ 13 mil5,9%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 27 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 35 mil15,7%
2012Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 351 mil
7 doadores pessoas físicas
partido 14% · pessoas 8% · empresas 65% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 244 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 137 mil56,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 46 mil18,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 41 mil16,8%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 10 mil4,1%
  • Outras 3 categoriasR$ 10 mil4,2%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,1 milhão
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 33% · pessoas 1% · empresas 64% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 1,1 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 733 mil69,1%
  • Materiais impressosR$ 68 mil6,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 65 mil6,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 22 mil2,1%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 66 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 172 mil16,2%
2008Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 249 mil
8 doadores pessoas físicas
pessoas 21% · empresas 75% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 249 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 152 mil61,2%
  • Materiais impressosR$ 48 mil19,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 32 mil12,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 7 mil2,9%
  • Outras 5 categoriasR$ 9 mil3,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892