- Materiais impressosR$ 38 mil97,5%
- Publicidade por adesivosR$ 9642,4%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 12menos de 0,1%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Antonio Jose (Antonio José Passos) disputou 5 eleições entre 2000 e 2024, para prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Poloni em 2016; vice-prefeito de Poloni em 2012; vereador de Poloni em 2008 e 2000. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Poloni/SP: 2.039 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Poloni/SP, declarou R$ 40 mil em receitas: R$ 35 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 5 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 39 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 38 mil), publicidade por adesivos (R$ 964) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 12). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 20 mil em 2016 e R$ 1 mil em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Antonio Jose Passos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Antonio Jose declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Poloni (SP) em 2008, e prefeito em Poloni (SP) em 2016 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 40 mil em receitas: R$ 35 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 5 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 39 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 38 mil) e publicidade por adesivos (R$ 964). Em 2016, R$ 20 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 1 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.