Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Mauricio Pinterich (Mauricio de Oliveira Pinterich) disputou 3 eleições entre 1996 e 2010, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Piraju em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por SP: 27.847 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por SP, declarou R$ 848 mil em receitas: R$ 301 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 18 mil de doações privadas (9 doadores), R$ 332 mil de empresas, R$ 125 mil de recursos próprios e R$ 72 mil de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 848 mil, principalmente com pessoal (R$ 193 mil), serviços de terceiros (R$ 159 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 152 mil).
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Evolução da votação nas eleições
27.847 votos em 2010 · 3 eleições
A votação de Mauricio de Oliveira Pinterich em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2010: R$ 848 mil em receitas · R$ 848 mil em gastos contratados
Mauricio Pinterich declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por São Paulo em 2010. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 848 mil em receitas: R$ 301 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 18 mil de doações privadas (9 doadores), R$ 332 mil de empresas, R$ 125 mil de recursos próprios e R$ 72 mil de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 848 mil, principalmente com pessoal (R$ 193 mil) e serviços de terceiros (R$ 159 mil).
partido e outras campanhas 35% · pessoas 2% · empresas 39% · próprios 15% · outras 8%
Gasto contratado
R$ 848 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 193 mil22,7%
Serviços de terceirosR$ 159 mil18,7%
Materiais impressosR$ 152 mil17,9%
Materiais de expedienteR$ 50 mil5,9%
Outras 20 categoriasinclui R$ 11 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 2 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 295 mil34,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Prefeito · 2000ELEITO11.080LPiraju, São Paulo · 42 anos · Superior incompleto · Membros do Poder Executivo: Presidente, Ministro, Governador, Prefeito · PSDB · nº 45 · ver resultado completo
Prefeito · 1996ELEITO6.712LPiraju, São Paulo · 38 anos · Dado Inexistente · PSDB · nº 45 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.