Gustavo Herrmann

Foto de Gustavo Ranzani Herrmann
Gustavo Herrmann
Gustavo Ranzani Herrmann (nome civil)
4 eleições entre 2000 e 2010 · último partido PSB
35 anos em 2010 · Masculino · Superior completo
Agrônomo
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Gustavo Herrmann (Gustavo Ranzani Herrmann) disputou 4 eleições entre 2000 e 2010, para deputado federal, prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Piracicaba em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por SP: 25.703 votos. Na campanha de 2010 para deputado federal por SP, declarou R$ 111 mil em receitas: R$ 13 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas, R$ 88 mil de empresas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 111 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 19 mil), pessoal (R$ 17 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 14 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 7 mil.

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Evolução da votação nas eleições

25.703 votos em 2010 · 4 eleições

A votação de Gustavo Ranzani Herrmann em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 111 mil em receitas · R$ 111 mil em gastos contratados

Gustavo Herrmann declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Piracicaba (SP) em 2008, e deputado federal por São Paulo em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 111 mil em receitas: R$ 13 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas, R$ 88 mil de empresas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 111 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 19 mil) e pessoal (R$ 17 mil). Em 2008, R$ 7 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 111 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 111 milcontratados
Gastos em 2008R$ 7 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 111 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 12% · pessoas 5% · empresas 79% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 111 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 19 mil16,7%
  • PessoalR$ 17 mil15,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 14 mil12,3%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 12 mil11,1%
  • Outras 12 categoriasR$ 49 mil44,3%
2008Prefeito, Piracicaba (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 27 mil
sem doações de pessoas
empresas 100%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 7 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2000 e 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892