Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Olga Vida (Olga Tozatti) disputou 3 eleições entre 1996 e 2016, para vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1996, para vereadora em Pinhalzinho/SP: 44 votos. Na campanha de 2016 para vereadora em Pinhalzinho/SP, declarou R$ 711 em receitas: R$ 144 do Fundo Partidário, R$ 257 de outras campanhas, R$ 170 de doações privadas e R$ 140 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 728, principalmente com serviços de terceiros (R$ 170), publicidade por materiais impressos (R$ 145) e publicidade por jornais e revistas (R$ 75).
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Evolução da votação nas eleições
29 votos em 2016 · 3 eleições
A votação de Olga Tozatti em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 711 em receitas · R$ 728 em gastos contratados
Olga Vida declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereadora em Pinhalzinho (SP) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 711 em receitas: R$ 144 do Fundo Partidário, R$ 257 de outras campanhas, R$ 170 de doações privadas e R$ 140 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 728, principalmente com serviços de terceiros (R$ 170) e publicidade por materiais impressos (R$ 145).
Fundo Partidário 20% · partido e outras campanhas 36% · pessoas 24% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 728
o TSE não publica o pago deste ano
Serviços de terceirosR$ 17023,3%
Materiais impressosR$ 14519,8%
Publicidade por jornais e revistasR$ 7510,3%
Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 577,9%
Outras 4 categoriasinclui R$ 144 lançados como "diversas a especificar"R$ 28238,6%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2016SUPLENTE29LPinhalzinho, São Paulo · 66 anos · Branca · Ensino fundamental completo · Servidor Público Municipal · PSDB · nº 45200 · ver resultado completo
Vereador · 2000SUPLENTE14LPinhalzinho, São Paulo · 50 anos · Ensino fundamental incompleto · PSDB · nº 45633 · ver resultado completo
Vereador · 1996SUPLENTE44LPinhalzinho, São Paulo · 46 anos · Dado Inexistente · PSDB · nº 45633 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.