Luiz da Raquel (Luiz Carlos Gonçalves dos Santos) disputou 4 eleições entre 2000 e 2016, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2004, para vereador em Pedro de Toledo/SP: 90 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Pedro de Toledo/SP, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Partidário, R$ 409 de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 60 de doações privadas e R$ 870 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 567), baixa de estimaveis - combustíveis e lubrificantes (R$ 450) e baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 400). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil, 100% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.
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Evolução da votação nas eleições
19 votos em 2016 · 4 eleições
A votação de Luiz Carlos Gonçalves dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados
Luiz da Raquel declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Pedro de Toledo (SP) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Partidário, R$ 409 de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 60 de doações privadas e R$ 870 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 567) e baixa de estimaveis - combustíveis e lubrificantes (R$ 450). Em 2008, 100% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.
Receitas em 2016R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 3 milcontratados
Gastos em 2008R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 201619não eleitoLPedro de Toledo, São Paulo · 76 anos · Branca · Ensino fundamental incompleto · Aposentado (exceto Servidor Público) · PR · nº 22456 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2008SUPLENTE61LPedro de Toledo, São Paulo · 68 anos · Ensino fundamental completo · Aposentado (exceto Servidor Público) · PSC · nº 20620 · ver resultado completo
Vereador · 2004SUPLENTE90LPedro de Toledo, São Paulo · 64 anos · Ensino fundamental completo · Aposentado (exceto Servidor Publico) · PPS · nº 23630 · ver resultado completo
Vereador · 200015não eleitoLPedro de Toledo, São Paulo · 60 anos · Ensino fundamental completo · Aposentado (exceto Funcionário Público) · PPS · nº 23630 · ver resultado completo
Coligação: PSB / PL / PPS
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.