Prof. Artur

Foto de Artur Parada Procida
Prof. Artur
Artur Parada Procida (nome civil)
4 eleições entre 2000 e 2016 · PSDB
70 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Prefeito

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Prof. Artur (Artur Parada Prócida) disputou 4 eleições entre 2000 e 2016, para prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Mongaguá em 2016, 2012, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2000, para prefeito em Mongaguá/SP: 13.009 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Mongaguá/SP, declarou R$ 137 mil em receitas: R$ 98 mil de outros recursos do partido e R$ 39 mil de doações privadas (34 doadores). Os gastos contratados somam R$ 136 mil, principalmente com pessoal (R$ 38 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 19 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 18 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 34 mil, 52% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

11.071 votos em 2016 (eleito) · 4 eleições

A votação de Artur Parada Procida em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 137 mil em receitas · R$ 136 mil em gastos contratados

Prof. Artur declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Mongaguá (SP) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 137 mil em receitas: R$ 98 mil de outros recursos do partido e R$ 39 mil de doações privadas (34 doadores). Os gastos contratados somam R$ 136 mil, principalmente com pessoal (R$ 38 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 19 mil). Em 2012, 52% dos R$ 34 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 137 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 136 milcontratados
Gastos em 2012R$ 34 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2016Prefeito, Mongaguá (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 137 mil
34 doadores pessoas físicas
partido 72% · pessoas 28%
Gasto contratado
R$ 136 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 38 mil27,7%
  • Materiais impressosR$ 19 mil14,2%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 18 mil13,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 14 mil10,5%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 10 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 47 mil34,2%
2012Prefeito, Mongaguá (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 44 mil
26 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 77% · pessoas 23%
Gasto contratado
R$ 34 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 18 mil52,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 11 mil31,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4 mil12,9%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil3,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2004, 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892